Exame de Suposto Pai falecido (post mortem)

Quando o suposto pai já faleceu o exame de paternidade é realizado analisando o DNA dos parentes biológicos de primeiro grau do falecido. Os dados genéticos do parentes são utilizados para reconstruir o perfil genético do suposto pai falecido. Estes dados, em seguida, são comparados com o DNA do(a) suposto(a) filho(a) testado(a).

O exame de paternidade por meio da reconstrução genética utilizando parentes é mais rápido, mais econômico e igualmente confiável em comparação ao exame baseado em exumação do cadáver do falecido.

Para o sucesso deste exame é fundamental que seja utilizado o maior número possível de parentes biológicos do falecido tais como seus pais, irmãos(as) e/ou filhos(as) e que estes parentes tenham de fato o vínculo genético declarado com o falecido. O exame se baseia nesta premissa.

A Heréditas possui ampla experiência na realização de exames post mortem e já solucionou com sucesso milhares de investigações deste tipo.  Para estes exames complexos a Heréditas dispõe de um conjunto de mais de 50 marcadores genéticos, incluindo marcadores no cromossomo Y, utilizados nos casos de exames envolvendo um suposto filho, ou cromossomo X no caso de exames envolvendo uma suposta filha.

Um exame post mortem demanda a utilização de um número consideravelmente maior de marcadores genéticos para poder alcançar níveis probabilísticos conclusivos de inclusão (maiores do que 99,999%) ou alternativamente, a declaração definitiva de exclusão de paternidade. Devido à necessidade de análise de um maior número de marcadores, e à complexidade técnica adicional dos cálculos probabilisticos, o prazo de entrega do resultado de um exame post mortem em geral é de 15 dias úteis.